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MÁQUINAS FOTOGRÁFICAS DA KODAK - O FIM DOS ROLOS DE 35 MM

A Eastan Kodak Co, a maior companhia de fotografia do mundo, vai deixar de vender máquinas fotográficas com películas de 35 mm, nos Estados Unidos, Canadá e Europa Ocidental (onde as vendas baixaram 30% no ano passado), concentrando-se nos mercados emergentes, como a China, Índia e Europa de leste (com um crescimento de 10%). Esta divisão do mundo significa que a Kodak produzirá produtos digitais para os países mais desenvolvidos mas manterá os equipamentos clássicos nos países em vias de desenvolvimento.

Há poucos meses atrás, a Kodak sofrera uma queda acentuada nos mercados bolsistas ao anunciar a aposta apenas em tecnologias digitais, chegando mesmo a deixar de ser cotada, o que aconteceu pela primeira vez em mais de cinquenta anos. Alguns analistas aconselham inclusive que os accionistas da companhia se desfaçam dos seus investimentos na Kodak, o que será certamente um mau passo, pelo menos no presente momento.

Este é um mercado constituído por diversas indústrias como a óptica, os filmes (de película e imagens digitais), câmaras fotográficas e de vídeo e laboratórios, formando cadeias de valor horizontais e verticais, disputado por companhias multinacionais como a Agfa, Sony e Canon. Trata-se de uma área com uma forte incidência no segmento doméstico e profissional, em migração para o digital, o que também ocorre na indústria do cinema. Recorde-se ainda que os fabricantes da Formosa se preparam para liderar o mercado no segmento de aparelhos digitais de baixo preço.

A história da Kodak começou quando George Eastman lançou, em 1888, uma máquina fotográfica com o slogan "Carregue no botão que nós fazemos o resto". Então, as imagens eram obtidas em vidro a partir de uma emulsão em prata. Eastman começara a interessar-se pela fotografia em 1878, quando tinha 24 anos, através da leitura de revistas inglesas que falavam das emulsões de gelatina. Algum tempo depois, Eastman registava uma patente, criava uma empresa e lançava a Kodak, câmara fotográfica com incorporação de um rolo para 100 exposições, a 25 dólares. O consumidor só tinha de fotografar e enviar a máquina com o rolo para a fábrica de Eastman; após a revelação, o consumidor recebia as imagens e um novo rolo incorporado na máquina, por mais 10 dólares.



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